segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Dissecando II

Eu não quero ser amada, não quero ser compreendida. A única coisa que eu desejo é ser respeitada.
Preciso que me achem excêntrica, lunática, confusa. Desejo que me olhem e que sintam ardência na retina.
Parecer destoada é o que mais me excita.
As frases que não são ditas, os sorrisos que são ensaios, os pensamentos repletos de ruídos: todos meus e apenas meus.
Possessiva? Não. Apaixonada. Perdidamente apaixonada pela vida.

Um comentário:

laís D'Andréa disse...

Samanta,
Eu não sei o que é, mas há momentos em que o que eu mais quero também é destoar. Parece que isso reforça a nossa personalidade, ressalta o que somos. Ser igual a todo mundo nunca me atraiu; eu me orgulho muito disso e gosto muito de pessoas que têm a mesma atitude. Porque esse tipo de pessoa tenta todos os dias fazer a vida valer a pena, não abandonando nunca suas convicções.

Parabéns pelo texto!